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10 de janeiro de 2013
26 de dezembro de 2012
Nova receita nas Bancas
Já nas bancas de jornal a Revista Prazeres da Mesa (dezembro/2012), com o prato Guizado de Feijão Manteiga com Rabada Defumada e Cural de Milho Fresco, confiram
Começou o passeio do Garimpos pela tradicional cozinha do Interior de São Paulo
fogado de paraibuna
Receita original é declarada Patrimônio Histórico-Cultural da cidade
Virgínia Brandão
O "Afogado" é um prato típico da região do Vale do Ribeira, no Estado de São Paulo, feito a base a base de carne e servido com farinha de mandioca e arroz branco. A receita varia de cidade para cidade, muitas delas incluindo legumes.
Mas em Paraibuna, o Afogado tem outro nome, é Fogado e além de ser o prato mais tradicional da cidade, servido em casamentos, festas religiosas e outros eventos importantes é, também, Patrimônio Histórico-Cultural do Município desde 03 de junho de 2005 quando a receita do 'Fogado Paraibuna foi assim oficializada por força de um decreto Municipal.
A oficialização visou preservar as tradições e costumes locais e alavancar o turismo gastronômico da cidade. O pesquisador e culinarista João Rural, que fez a pesquisa do prato, ressalta "que a receita antiga difere de todas as receitas de outras cidades" , lembra ndo ainda que o Fogado é um dos cinco pratos típicos do Estado, classificado pelo Guia 4 Rodas.
O Conselho Municipal de Turismo de Paraibuna vem realizando vai realizar um trabalho de divulgação na imprensa nacional e conscientização dos restaurantes locais, para que passem a usar a receita original. O Comtur irá orientar a preparação do prato e também fornecer um selo para o restaurante que adotar a receita. em seu cardápio.
História do Fogado Paraibuna
A receita remonta a meados do século 19, mas se popularizou mesmo a partir de 1920/30, com a chegada do gado leiteiro à região de Paraibuna, dando um novo impulso à cidade que vivera o seu apogeu de luxo e riqueza durante o ciclo do café, . Pela pesquisa junto a antigos cozinheiros e depoimentos de moradores, o Fogado nasceu muito simples.
Naquela época, os bois eram usados para puxar carros-de-bois e as vacas eram mortas muito velhas, consequente mente, a carne era muito dura. Quando matavam as vacas, faziam a carne-seca para guardar e também conservar e amolecer no sal. Davam, então, as pernas e mãos inteiras dos animais para os empregados, que inicialmente eram os escravos. As peças eram cortadas em pedaços e colocadas em grandes panelões para cozinhar somente com sal. Ali, ficava a noite toda "afogado" em fogo brando, para amolecer.
Com certeza, vem daí o nome "afogado". Um detalhe é que o prato não tinha gordura, somente o mocotó e o tutano do osso, que dá um sabor especial. Depois vinha um tempero a base de alho com sal, urucum (colorau) cheiro verde, alfavaca e a hortelã pimenta. Herança dos negros que sabiam que essas duas plantas ajudavam na digestão da comida, principalmente para as crianças.
Durante pelo menos 70 anos, até falecer em 1983, o popular Manezinho ( Manoel Stábile) vendeu no Mercado Municipal de Paraibuna um Fogado semelhante a esta receita. Para facilitar , ele retirava as carnes, cortava os ossos e colocava no fundo da panela, para não queimar a carne. Por cima colocava os pedaços de carne. O resto era semelhante.
O depoimento do Sr. Sebastião Benjamim, que faleceu com 104 anos em 2001, confirma a história da origem do prato. Ele afirmava que: "meu pai, José Antonio Cassiano que morava no Bairro do Bragança, comprava as velhas vacas nas fazendas da Fartura. Levava até o bairro e matava. Vendia um pouco de carne fresca, fazia a carne-seca e com as pernas fazia o Fogado. Raspava bem os pelos do osso, retirava o casco e cortava em pedaços, deixando o couro, carne e osso juntos. Colocava num panelão de ferro, com água e sal e deixava cozinhando em fogo baixo a noite toda. No outro dia, retirava os pedaços de ossos e temperava a carne com o colorau, alho, hortelã e alfavaca. Tava pronto para comer, fazendo um pirão com farinha de mandioca."
Quando do aumento do rebanho bovino, o Fogado ganhou o interesse dos políticos, por ocasião das eleições. Mas aí, como era muita gente para comer, acabaram cozinhando a vaca quase inteira, começando uma transformação na receita original, sendo a principal, o uso de carnes mais gordurosas e mais moles. Depois vieram as festas religiosas, onde se mata até 30 vacas para servir ao povo. Novamente mais elementos entraram no prato, como a batata, o macarrão e a mandioca.
Mas em Paraibuna, o Afogado tem outro nome, é Fogado e além de ser o prato mais tradicional da cidade, servido em casamentos, festas religiosas e outros eventos importantes é, também, Patrimônio Histórico-Cultural do Município desde 03 de junho de 2005 quando a receita do 'Fogado Paraibuna foi assim oficializada por força de um decreto Municipal.
A oficialização visou preservar as tradições e costumes locais e alavancar o turismo gastronômico da cidade. O pesquisador e culinarista João Rural, que fez a pesquisa do prato, ressalta "que a receita antiga difere de todas as receitas de outras cidades" , lembra ndo ainda que o Fogado é um dos cinco pratos típicos do Estado, classificado pelo Guia 4 Rodas.
O Conselho Municipal de Turismo de Paraibuna vem realizando vai realizar um trabalho de divulgação na imprensa nacional e conscientização dos restaurantes locais, para que passem a usar a receita original. O Comtur irá orientar a preparação do prato e também fornecer um selo para o restaurante que adotar a receita. em seu cardápio.
História do Fogado Paraibuna
A receita remonta a meados do século 19, mas se popularizou mesmo a partir de 1920/30, com a chegada do gado leiteiro à região de Paraibuna, dando um novo impulso à cidade que vivera o seu apogeu de luxo e riqueza durante o ciclo do café, . Pela pesquisa junto a antigos cozinheiros e depoimentos de moradores, o Fogado nasceu muito simples.
Naquela época, os bois eram usados para puxar carros-de-bois e as vacas eram mortas muito velhas, consequente mente, a carne era muito dura. Quando matavam as vacas, faziam a carne-seca para guardar e também conservar e amolecer no sal. Davam, então, as pernas e mãos inteiras dos animais para os empregados, que inicialmente eram os escravos. As peças eram cortadas em pedaços e colocadas em grandes panelões para cozinhar somente com sal. Ali, ficava a noite toda "afogado" em fogo brando, para amolecer.
Com certeza, vem daí o nome "afogado". Um detalhe é que o prato não tinha gordura, somente o mocotó e o tutano do osso, que dá um sabor especial. Depois vinha um tempero a base de alho com sal, urucum (colorau) cheiro verde, alfavaca e a hortelã pimenta. Herança dos negros que sabiam que essas duas plantas ajudavam na digestão da comida, principalmente para as crianças.
Durante pelo menos 70 anos, até falecer em 1983, o popular Manezinho ( Manoel Stábile) vendeu no Mercado Municipal de Paraibuna um Fogado semelhante a esta receita. Para facilitar , ele retirava as carnes, cortava os ossos e colocava no fundo da panela, para não queimar a carne. Por cima colocava os pedaços de carne. O resto era semelhante.
O depoimento do Sr. Sebastião Benjamim, que faleceu com 104 anos em 2001, confirma a história da origem do prato. Ele afirmava que: "meu pai, José Antonio Cassiano que morava no Bairro do Bragança, comprava as velhas vacas nas fazendas da Fartura. Levava até o bairro e matava. Vendia um pouco de carne fresca, fazia a carne-seca e com as pernas fazia o Fogado. Raspava bem os pelos do osso, retirava o casco e cortava em pedaços, deixando o couro, carne e osso juntos. Colocava num panelão de ferro, com água e sal e deixava cozinhando em fogo baixo a noite toda. No outro dia, retirava os pedaços de ossos e temperava a carne com o colorau, alho, hortelã e alfavaca. Tava pronto para comer, fazendo um pirão com farinha de mandioca."
Quando do aumento do rebanho bovino, o Fogado ganhou o interesse dos políticos, por ocasião das eleições. Mas aí, como era muita gente para comer, acabaram cozinhando a vaca quase inteira, começando uma transformação na receita original, sendo a principal, o uso de carnes mais gordurosas e mais moles. Depois vieram as festas religiosas, onde se mata até 30 vacas para servir ao povo. Novamente mais elementos entraram no prato, como a batata, o macarrão e a mandioca.
Fonte: Prefeitura de Paraibuna
20 de dezembro de 2012
FELIZ NATAL
QUERIDOS AMIGOS,
Estamos finalizando 2012 com muitas alegrias e conquistas maravilhosas.O esforço está sendo compensado todos os dias.Agradeço a todos que compartilharam com a concretização de um sonho que é o "GARIMPOS DO INTERIOR". Muito obrigada!
FELIZ NATAL! QUE VENHA 2013 REPLETO DE MUITAS ALEGRIAS E REALIZAÇÕES PARA TODOS.
Grande abraço!
Equipe Garimpos do Interior
FELIZ NATAL
QUERIDOS AMIGOS,
Estamos finalizando 2012 com muitas alegrias e conquistas maravilhosas.O esforço está sendo compensado todos os dias.Agradeço a todos que compartilharam com a concretização de um sonho que é o "GARIMPOS DO INTERIOR". Muito obrigada!
FELIZ NATAL! QUE VENHA 2013 REPLETO DE MUITAS ALEGRIAS E REALIZAÇÕES PARA TODOS.
Grande abraço!
Equipe Garimpos do Interior
17 de dezembro de 2012
Viagem Gastronômica - São Paulo
Semana que vem o Garimpos do Interior vai começar uma viagem deliciosa por São Paulo, com pratos que valem a pena conhecer
Aguardem
Aguardem
14 de dezembro de 2012
8 de dezembro de 2012
Sexta, 07/12/2012
Leia mais: http://cbn.globoradio.globo.com/colunas/comida/2012/12/07/GARIMPOS-DO-INTERIOR-TEM-CARDAPIO-QUE-PASSEIA-POR-COZINHA-PAULISTA-DO-INTERIOR-E-TA.htm#ixzz2EVJrCzKM
‘Garimpos do Interior’ tem cardápio que passeia por cozinha paulista do interior e também caiçara
Um dos pratos principais são cortes da carne de porco.
Copie o código abaixo para usar no seu site:
Leia mais: http://cbn.globoradio.globo.com/colunas/comida/2012/12/07/GARIMPOS-DO-INTERIOR-TEM-CARDAPIO-QUE-PASSEIA-POR-COZINHA-PAULISTA-DO-INTERIOR-E-TA.htm#ixzz2EVJrCzKM
5 de dezembro de 2012
GARIMPOS NA JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO POR JOSIMAR MELO
Link
Alessandro Shinoda/Folhapress
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Vaca atolada servida com arroz, couve, banana e farofa de soja
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Garimpos do Interior recupera cozinha caipira
Publicidade
JOSIMAR MELO
CRÍTICO DA FOLHA
CRÍTICO DA FOLHA
A comida brasileira com que o paulista mais se identifica não é típica da capital, mas do interior do Estado, ou de Minas Gerais -para onde migrou desde a época dos bandeirantes. É a que se come no Garimpos do Interior.
Ainda assim, a chef e sócia Angelita Gonzaga não é de nenhuma dessas regiões. Nascida há 46 anos em Vitória (ES), a artista plástica teve seu primeiro bar, e depois uma churrascaria, em Natal (RN), na década de 90.
Ela morou em várias cidades e regiões do Brasil, inclusive em Minas; em São Paulo ela está há oito anos, mas só agora, em sociedade com a amiga Jorgina Guimarães, resolveu montar um novo negócio, aberto no começo do ano.
O Garimpos do Interior vale a visita. É um lugar simples, de cadeiras de madeira dura, mesas ao ar livre às vezes atingidas por uma nesga incômoda de sol, sem manobristas (e cercado de ladeiras cruéis a enfrentar depois do repasto). Mas a comida vale a pena.
O cardápio é de pratos tradicionais, mas Angelita não se limita a reproduzir receitas consagradas, colocando a mão em vários detalhes.
Um exemplo prosaico é o café: de coador (de pano, como se deve!), trazido à mesa com água, pó e açúcar separados, para que cada um o prepare na sua medida.
Mas o exemplo mais gritante é o substancioso "pouco diferente", prato que prende o olhar quando passa no salão. Para três pessoas, é um corte transversal do porco, abrangendo a costela, o lombo e a barriga pururucada, acompanhado de arroz, feijão, couve, farofa e molho.
Sim, é basicamente um leitão tradicional, mas a amplitude do corte é especialmente atraente e original. Sim, uma cuidadosa investigação de técnicas de um chef multiestrelado proporcionaria cozimentos ligeiramente diferentes a cada seção do corte, para que cada um chegasse no seu ponto ideal.
Mas a média obtida pela chef é mais do que satisfatória e a iniciativa de conseguir uma abordagem original da receita tradicional já é digna de aplauso.
Alessandro Shinoda/Folhapress
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Ambiente do restaurabte Garimpos do Interior
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E a cozinha manda bem na hora de fazer o pastel de angu (com recheio de carne ou queijo) bem sequinho e crocante; ou no detalhe de servir uma couve bem refogada mas ainda crocante; e por aí vai, interior afora.
Do Vale do Paraíba ele traz uma rabada cozida com batata-doce e batata inglesa, agrião ou ora-pro-nóbis, acompanhada de arroz, angu, feijão e farofa.
E tem ainda a galinhada caipira (aos domingos) feita com arroz e açafrão. O tutu à mineira; o leitão na lata; e, claro, aos sábados, a feijoada (com feijão-manteiga, e não o preto).
GARIMPOS DO INTERIOR
Endereço r. Marco Aurélio, 201, V. Romana, tel 0/xx/11/2339-5008
Funcionamento qua. a sex., das 12h às 22h; sáb., das 12h às 19h; dom. e feriados, das 12h às 18h
Ambiente as mesas se espalham pelos cômodos e quintal de uma residência adaptada, num clima bem de casa do interior
Serviço vai no ritmo de uma casa simples, mas com a equipe se esforçando bem
Vinhos a carta é na verdade de cachaças, com boas opções
Cartões D, M e V
Preços entradas, de R$ 8,50 a R$ 24; pratos, de R$ 24,90 a R$ 73; porções, de R$ 3,20 a R$ 9; sobremesas, de R$ 9,50 a R$ 14,50
Endereço r. Marco Aurélio, 201, V. Romana, tel 0/xx/11/2339-5008
Funcionamento qua. a sex., das 12h às 22h; sáb., das 12h às 19h; dom. e feriados, das 12h às 18h
Ambiente as mesas se espalham pelos cômodos e quintal de uma residência adaptada, num clima bem de casa do interior
Serviço vai no ritmo de uma casa simples, mas com a equipe se esforçando bem
Vinhos a carta é na verdade de cachaças, com boas opções
Cartões D, M e V
Preços entradas, de R$ 8,50 a R$ 24; pratos, de R$ 24,90 a R$ 73; porções, de R$ 3,20 a R$ 9; sobremesas, de R$ 9,50 a R$ 14,50
22 de novembro de 2012
8 de novembro de 2012
Garimpos do Interior
Angelita Gonzaga é uma artista plástica que também gosta de cozinhar. Por dois anos, fez de sua casa, na Vila Leopoldina, um ponto de encontro de amigos e amigos dos amigos que iam até lá saborear os seus pratos com receitas inspiradas na culinária interiorana brasileira.
Em janeiro deste ano, junto com a médica e sócia Jô Magalhães resolveu transformar o hobby e criaram o o Garimpos do Interior que abre para almoço e jantar de terça a domingo.
Os salões, um na entrada e outro no fundo do terreno, que se tornou o preferido dos clientes, têm uma decoração com móveis rústicos e detalhes modernos e muitas peças de artesanato brasileiro por todo o restaurante.
A chef diz que “quero com este restaurante, resgatar a comida de raiz”. Capixaba, autodidata, aprendeu a cozinhar com a mãe.
O cardápio é variado. De terça a sexta, no almoço, oferece o prato-feito, que chega à mesa com arroz, feijão manteiga, farofa, couve e cinco op� �ões de acompanhamentos.
Entre os pratos, a Vaca Atolada, costela bovina que cozinha por 18 horas em fogo baixo para ficar no ponto. Tem a versão suína, o Pouco Diferente, que além da costela, tem lombo e panceta, acompanhada de farofa, couve e molho de tangerina com alecrim.
Aos sábados, serve feijoada que além das carnes, leva legumes e feijão manteiga. Aos domingos é dia de galinhada. E no último domingo do mês, serve um prato especial que é escolhido pelos clientes.
Como boa casa do interior, tem uma cachaçaria com mais de mais de 180 rótulos o salão da frente.
As sobremesas seguem o estilo. O pé-de-moleque vem de Piranguinho (MG) ou a cocada de forno com sorvete de tapioca e mel de engenho. Para finalizar, tem café de coador servido na mesa, preparado pelo cliente. “Tem gente que acaba pedindo só para fazer o seu cafezinho”.
Em janeiro deste ano, junto com a médica e sócia Jô Magalhães resolveu transformar o hobby e criaram o o Garimpos do Interior que abre para almoço e jantar de terça a domingo.
Os salões, um na entrada e outro no fundo do terreno, que se tornou o preferido dos clientes, têm uma decoração com móveis rústicos e detalhes modernos e muitas peças de artesanato brasileiro por todo o restaurante.
A chef diz que “quero com este restaurante, resgatar a comida de raiz”. Capixaba, autodidata, aprendeu a cozinhar com a mãe.
O cardápio é variado. De terça a sexta, no almoço, oferece o prato-feito, que chega à mesa com arroz, feijão manteiga, farofa, couve e cinco op� �ões de acompanhamentos.
Entre os pratos, a Vaca Atolada, costela bovina que cozinha por 18 horas em fogo baixo para ficar no ponto. Tem a versão suína, o Pouco Diferente, que além da costela, tem lombo e panceta, acompanhada de farofa, couve e molho de tangerina com alecrim.
Aos sábados, serve feijoada que além das carnes, leva legumes e feijão manteiga. Aos domingos é dia de galinhada. E no último domingo do mês, serve um prato especial que é escolhido pelos clientes.
Como boa casa do interior, tem uma cachaçaria com mais de mais de 180 rótulos o salão da frente.
As sobremesas seguem o estilo. O pé-de-moleque vem de Piranguinho (MG) ou a cocada de forno com sorvete de tapioca e mel de engenho. Para finalizar, tem café de coador servido na mesa, preparado pelo cliente. “Tem gente que acaba pedindo só para fazer o seu cafezinho”.
Garimpos do Interior
Rua Marco Aurélio, 201, Vila Romana
Telefone 2339-5008
garimposdointerior@gmail.com
Rua Marco Aurélio, 201, Vila Romana
Telefone 2339-5008
garimposdointerior@gmail.com
5 de novembro de 2012
SEMANA MESA SP
Caros amigos e clientes,
Este ano estou participando pela primeira vez de um evento de gastronomia histórico. Agradeço a todos por mais este desafio.
Imperdível! Você que vive da gastronomia não pode deixar de participar deste evento. Será um momento histórico na gastronomia mundial. As maiores lideranças da gastronomia das Américas juntas na construção de um novo caminho para as cadeias produtivas. Da terra ao nosso prato.
Um Congresso com esses nomes você não pode perder.
Angelita Gonzaga (Garimpos do Interior, São Paulo, SP)
Nascida em Vitória (ES), Angelita Gonzaga começou a se interessar pela cozinha ainda criança, quando acompanhava a mãe preparando pratos com produtos vindos da roça. Durante 20 anos, morou em várias cidades do país, sempre pesquisando a gastronomia regional. Após 3 anos à frente de um espaço gourmet em sua residência na capital paulista, surgiu a idéia da profissionalização e a vontade de difundir seus conhecimentos. A inauguração do restaurante Garimpos do Interior foi a realização de um sonho. No comando da cozinha, Angelita foca na fartura e na diversidade das culinárias paulista e mineira. Seus pratos têm o sabor da simplicidade.
9 de outubro de 2012
SEMANA MESA SP
Angelita Gonzaga (Garimpos do Interior, São Paulo, SP)
Nascida em Vitória (ES), Angelita Gonzaga começou a se interessar pela cozinha ainda criança, quando acompanhava a mãe preparando pratos com produtos vindos da roça. Durante 20 anos, morou em várias cidades do país, sempre pesquisando a gastronomia regional. Após 3 anos à frente de um espaço gourmet em sua residência na capital paulista, surgiu a idéia da profissionalização e a vontade de difundir seus conhecimentos. A inauguração do restaurante Garimpos do Interior foi a realização de um sonho. No comando da cozinha, Angelita foca na fartura e na diversidade das culinárias paulista e mineira. Seus pratos têm o sabor da simplicidade.
18 de setembro de 2012
5 de setembro de 2012
REVISTA MENU
Agradeço a todos os amigos e clientes, que colaboraram para mais uma conquista do Garimpos do Interior.Neste mês de setembro somos a capa da revista Menu de gastronomia.
Grande abraço!
Angelita Gonzaga
23 de agosto de 2012
22 de agosto de 2012
"CLIENTE CHEF POR UM DIA".
O garimpos resolveu criar o "CLIENTE CHEF POR UM DIA".O lançamento será neste domingo dia 26/08 com a convidada Zazá(como é conhecida por seus amigos),da cidade de Poteirinha interior de Minas.Abaixo uma descriçaõ do que vamos saborear.
Reservas
2339 5008
Valor por pessoa 36,00
QUENGA DE MILHO VERDE
Guisado de galinha caipira com milho verde
(galinha caipira ensopada e engrossada com o caldo do milho verde, acompanhada de angu de milho verde, com arroz branco e salada de alface e tomate)
Significados da palavra quenga no Aurélio:
1- Vasilha feita de metade do endocarpo de um coco (tacho)
2- Em sentido chulo = meretriz
3- Guisado de galinha com quiabos, na Bahia
Diretamente de Porteirinha, do interior dos rincões das Minas Gerais, mas precisamente no Norte de Minas, divisa com o Sul da Bahia, a receita simples e leve de Quenga de milho verde aporta no aconchegante e delicioso restaurante Garimpos do Interior, da Chef Angelita Gonzaga, para ser saboreada e se não se cuidar para “lambuzar os beiços” como se diz lá no interior.
A cidadezinha mineira possui em muito de sua culinária, ingredientes baianos (farinha, rapadura, carne seca, etc.). Originalmente, a quenga como preparada em Porteirinha é feita com fubá de milho e neste caso o angu que a acompanha, nada mais é que uma polenta de fubá.
Adaptada por Zailde Dantas a Zazá (Porteirinhense), a receita ganhou o frescor do milho verde, no lugar do fubá de milho. Vale a pena experimentar um dos sabores do interior mineiro, na Capital Paulista, supervisionado pela Chef Angelita.
8 de agosto de 2012
DIA DOS PAIS
GARIMPOS PREPARA PRATO ESPECIAL PARA O DIA DOS PAIS
RIPA DE COSTELINHA DE PORCO À MODA GARIMPEIRA
(COSTELINHA,QIBEBE DE ABÓBORA,VIRADO DE COUVE,ARROZ E MOLHO DE RAPADURA)
RIPA DE COSTELINHA DE PORCO À MODA GARIMPEIRA
(COSTELINHA,QIBEBE DE ABÓBORA,VIRADO DE COUVE,ARROZ E MOLHO DE RAPADURA)
25 de julho de 2012
PRATO DO DESEJO
O VENCEDOR DO MÊS DO PRATO DO DESEJO QUE SERÁ SERVIDO DOMINGO DIA 29/07/2012 FOI:
CANJIQUINHA COM COSTELINHA DEFUMADA
Valor por pessoa 37,00 (acompanha arroz e couve mineira)
Reservas 2339 5008
e-mail garimposdointerior@gmail.com
CANJIQUINHA COM COSTELINHA DEFUMADA
Valor por pessoa 37,00 (acompanha arroz e couve mineira)
Reservas 2339 5008
e-mail garimposdointerior@gmail.com
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